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Presidente cubano rebate ameaças de Trump: ‘Nenhum agressor encontrará rendição em Cuba’

**Cuba Responde a Ameaças de Trump com Determinação e Apelo Internacional**

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, reagiu firmemente às recentes ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, que declarou a intenção de “tomar Cuba” após o fim de uma eventual guerra com o Irã. Em resposta veemente pelas redes sociais, Díaz-Canel reafirmou a soberania da ilha, declarando que “nenhuma agressor encontrará rendição em Cuba”. O líder cubano alertou para uma escalada perigosa nas ameaças de Trump e conclamou a comunidade internacional a se posicionar contra o que chamou de “ato criminoso” destinado a satisfazer “interesses de um grupo pequeno, mas rico e influente”.

As declarações de Trump, feitas na Flórida, sugerem a possibilidade de posicionar um porta-aviões próximo à costa cubana, acreditando que a proximidade territorial forçaria a rendição. Essa retórica agressiva surge em meio a novas sanções impostas pelos EUA, que buscam “asfixiar” o governo cubano. Trump alega que a ilha representa uma “ameaça extraordinária” à segurança nacional americana, ignorando o histórico de bloqueio econômico e a crise que afeta a população.

As novas sanções, detalhadas em decreto presidencial, visam bancos estrangeiros que colaboram com Havana e impõem restrições migratórias, somando-se ao embargo vigente desde 1962. O anúncio coincidiu com as celebrações do Dia do Trabalhador em Cuba, marcadas por manifestações contra as ameaças americanas e o reforço do “brutal bloqueio genocida”, como denunciou Díaz-Canel, classificando a desculpa de ameaça à segurança nacional como inaceitável e um reflexo da “conduta intimidatória e arrogante da maior potência militar do planeta”.