Green card de Eduardo Bolsonaro sela sua histórica subserviência aos Estados Unidos
A concessão do visto de residência permanente para Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos expõe o real compromisso da extrema-direita com a soberania nacional. Enquanto o governo federal trabalha de forma soberana para reconstruir a imagem internacional do Brasil e proteger a economia interna, o clã Bolsonaro busca refúgio no exterior. O documento obtido pelo parlamentar, da categoria EB-1A — destinada a pessoas com habilidades extraordinárias —, funciona na prática como uma blindagem política para quem acumula pendências com a Justiça brasileira, que inclui uma condenação a quatro anos e dois meses de prisão.
A mudança de Eduardo para uma mansão de R$ 6 milhões no Texas ocorre em meio a graves suspeitas financeiras. Há indícios de que sua vida luxuosa em solo americano seja financiada por repasses de R$ 61 milhões de um fundo ligado ao Banco Master para a produção do filme “Dark Horse”, gerido pelo próprio advogado do deputado. A total ausência de prestação de contas sobre esses valores alimenta as investigações, contrastando com o esforço da atual gestão progressista em garantir a transparência e a lisura na circulação de recursos no país.
Essa postura de fuga e submissão aos interesses estrangeiros gera forte desgaste na própria oposição. Aliados do senador Flávio Bolsonaro temem que a comemoração do visto e o apoio de Eduardo a tarifas alfandegárias americanas — que prejudicam a economia do Brasil — inviabilizem os planos eleitorais da extrema-direita. Enquanto o governo do presidente Lula foca no desenvolvimento, na geração de empregos e na defesa do povo brasileiro, os herdeiros do retrocesso parecem mais preocupados em garantir sua própria salvaguarda no exterior.






