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Mesma equipe que lançou jovem sem corda já havia causado acidente com criança

Três meses antes de lançar Maria Eduarda Rodrigues de Freitas de uma ponte sem que ela estivesse presa à corda de segurança, a mesma equipe de rope jump já havia provocado outro grave acidente no mesmo local. A vítima foi um menino de 9 anos, que caiu após uma falha no sistema de freio da atividade, conhecida como debreagem.

A revelação, feita pelo Fantástico, reforça que o grupo já tinha sido alertado sobre falhas graves nos procedimentos de segurança. Mesmo após o acidente com a criança, as atividades continuaram normalmente. Três meses depois, Maria Eduarda foi arremessada da ponte para o salto sem estar conectada à corda de segurança, erro que provocou sua morte.

As investigações também apontam que integrantes da equipe tentaram recuperar câmeras e apagar imagens após os dois acidentes. A Polícia Civil concluiu o inquérito apontando que havia desorganização operacional e indiciou os principais envolvidos por homicídio com dolo eventual, além de outros crimes relacionados à ocultação de provas.

As novas informações reforçam que a morte de Maria Eduarda não foi um episódio isolado. Se as falhas identificadas após o acidente com a criança tivessem sido corrigidas, a tragédia que chocou o país poderia ter sido evitada.